terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Gênero Textual e Tipologia Textual


SILVA, Sílvio Ribeiro da. Gênero Textual e Tipologia Textual.
e os Slides em:  http://www.slideshare.net/luciane239/generos-textuais-presentation


     O ensaio feito por Silvio, apresenta a posição de dois autores no que se refere a Genero textual e Tipologia textual.
       Para Marcuschi, não e correto falar em tipos de textos, mas em gêneros textuais. De modo que ele apresenta a carta como um genero textual,diferindo de muitos livros didáticos que a apresentam como um tipo de texto, para ele em um gênero podem haver vários tipos textos.
      Travaglia, assim como Marcuschi, concorda que em um texto podem haver varias tipologias, no entanto, Travaglia define o texto como sendo de um tipo por uma questão de dominância em função do tipo de interlocução que se pretende estabelecer e que se estabelece, e não por aquilo que convencionalmente diríamos que predomina no texto.
Podemos apontar os dois conceitos apresentados no texto de Silvio
Marcuschi
    a) intertextualidade intergêneros = um gênero com a função de outro
    b) heterogeneidade tipológica = um gênero com a presença de vários tipos
Travaglia
    a) conjugação tipológica = um texto apresenta vários tipos
    b) intercâmbio de tipos = um tipo usado no lugar de outro
 Aqui  no site do Brasil escola, a autora Vânia vem explicando um pouquinho mais sobre gêneros e tipologias textuais. Sempre que ficarmos com dúvida em alguém assunto devemos buscar outras fontes, umas estarão mais claras, como este texto que indiquei. A ideia é indicar textos para os amigos, há quem queira ter só uma ideia geral do assunto e outros que tenham interesse em aprofundar seus conhecimentos, é importante ressaltar que cabe à escola dar acesso ao aluno do universo de textos que circulam socialmente, ensinando a interpretá-los e produzi-los. Isso também inclui os textos de diferentes disciplinas, para que a criança possa compreender um conceito, apresentar uma informação nova, descrever um problema, fazer comparações entre diferentes pontos de vista, argumentar contra ou a favor.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental - CORSINO,Patrícia


Você poderá visualizar o texto 3  clicando aqui .

    A autora Patricia aborda as diferentes áreas do conhecimentos nos anos iniciais do Ensino Fundamental. De início ela apresenta um relatório de uma professora do 2° ano que desenvolveu um projeto de Ciências Sociais com sua turma.

 O projeto não foi planejado como é de costume da escolas, mas aconteceu porque um aluno trouxe de sua casa, um pote cheio de lagartas. Analisando o relato, podemos perceber que a professora é receptiva ao conhecimento que o aluno traz, não deixou que aquela situação passasse despercebida e, percebendo o interesse das crianças em relação as lagartas iniciou um estudo de Ciências Naturais. O desenrolar do projeto é feito com base em observações e suas respectivas anotações diárias, enriquecidos com desenhos coloridos e textos. A experiência, despertou o interesse da turma pela vida das lagartas e ampliou o  conhecimento dos alunos em relação a estes seres vivos. Foram realizadas outras pesquisas além da sala de aula, ocorrendo uma troca coletiva de conhecimentos.
      Além disso, o projeto dá destaque para um fato bastante debatido por muitos educadores, que é o conhecimento que a criança tem, a valorização de suas produções e, a alteração da posição do professor como detentor do saber.m
     A experiência apresentada nos leva a refletir sobre a flexibilidade do planejamento e a aprender a lidar com o imprevisível. Claro que com este projeto poderíamos trabalhar com diversas áreas do conhecimento, como a linguagem;a ludicidade, a espontaneidade, a organização. Poderíamos também enriquecer nosso trabalho pedagógico quando discutimos questões sobre a pluralidade e diversidade, a consciência corporal, a aceitação das diferenças, o respeito, tolerância e a inclusão do outro.
    Patrícia aponta que os textos devem ser significativos para as crianças e que elas possam participar como locutores e como ouvintes.  O cotidiano das crianças da séries iniciais deve ser repleto de atividades de produção e recepção de textos orais e escritos.
     De acordo com a autora, o planejamento deve ser elaborado de forma cuidadosa, assegurando o desenvolvimento de todas áreas do conhecimento, ressalta também sobra a importância da ampliação do Ensino Fundamental para nove anos, que é uma "oportunidade histórica de a criança de seis anos das classes populares ser introduzida a conhecimentos que foram fruto de um processo sócio-histórico de construção coletiva.
     Algumas atitudes podem  contribuir para o desenvolvimento de habilidades leitoras nos anos inciais do ensino fundamental:

                                         
Livros que chamem atenção da criança e despertam o interesse pela leitura!!!


Incentivo e leitura em voz alta



Ler com os amigos



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alfabetização e Letramento - SLIDES


Em Tendências Atuais do Ensino de Língua Portuguesa II, (T.A.E.L.P) fizemos a leitura do texto de  MONTEIRO,  Alfabetização e letramento. Salto para o futuro, Anos iniciais do ensino fundamental, Brasília: MEC,  ano XIX, pp. 10-28, setembro/2009.  Disponível em:                  http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224AnosiniciaisEF.pdf .



Com base no texto, criamos (eu e meus amigos Daniel, Bruna e Pâmela) um slide que aborda os principais conceitos de alfabetização e letramento no primeiro ano do Ensino Fundamental. Consideramos os aspectos que envolvem uma prática pedagógica colaboradora para o desenvolvimento das potencialidades de leitura e escrita do educando. 
Em Alfabetização e Letramento, MONTEIRO aponta estratégias que o professor pode usar em sala de aula para uma avaliação diagnóstica, como por exemplo, pedir que os alunos façam anotações sobre um texto; realizem leituras teatralizadas de textos ou de trechos de textos. Essa avaliação será fundamental para que o professor possa traçar as metas de aprendizagem para a turma; avaliará o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita  de palavras, frases e textos em sala de aula.
Outros conceitos que envolvem leitura e escrita foram abordados, destaco, neste sentido, " A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica", quando iniciado o processo de alfabetização, as crianças se deparam com a diferenciação dos dois planos da linguagem: o plano do conteúdo(dos significados) e o plano da expressão (dos sons). 
Os níveis conceituais da escrita,  aspectos da evolução psicogenética da língua escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica são expostos, também, no nosso slide, que esta disponível no endereço abaixo, (já que eu não consigo incorporar ao blog!)

 http://www.slideshare.net/brunadepaulapereira/alfabetizao-e-letramento-slide 

Visitem, comentem e compartilhem. Pois como dizem meus amigos, "Do que adianta o conhecimento sem compartilhar!"

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Querido Cronograma


Segue o Cronograma da nossa disciplina.





Mês
Dia
Desenvolvimento

Novembro


08

Aula Inicial: Apresentação dos participantes
  • Levantamento de expectativas em relação à Disciplina (1. O que representa ensinar Língua Portuguesa nos anos iniciais do EF? 2. Refletindo sobre sua trajetória como aluno, quais as dificuldades maiores que encontra para compreender textos? 3. Como melhorar a leitura de alunos dos anos iniciais?)
  • Apresentação da proposta do Portfólio Eletrônico e da dinâmica da disciplina
  • Lista de emails



15

Feriado





22

Texto 1: COSTA, Débora Amorim Gomes da. Fala e escrita: propostas didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental. 31ª. Reunião Anual da Anped, Caxambu-MG, 2008. Disponível em: < http://www.anped.org.br/reunioes/31ra/1trabalho/GT10-4398--Int.pdf

Postagem 1 (Até 28/11): a). Reflexão Escrita:  dialogar com o texto, focalizando as dificuldades encontradas para o ensino de Língua Materna, tomando a configuração do livro didático como instrumento central e discutindo os principais conceitos apresentados. Na sua produção, é preciso apontar caminhos para a superação dessas dificuldades. b). Estabelecer links com experiências em escolas públicas da região da Baixada Fluminense ou de outras localidades.



29

Texto 2: MONTEIRO, Sara Mourão. BAPTISTA, Mônica Correia. Alfabetização e letramento. Salto para o futuro, Anos iniciais do ensino fundamental,Brasília: MEC,  ano XIX, pp. 10-28, setembro/2009.  Disponível em:                   http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224AnosiniciaisEF.pdf
Postagem 2 (Até 05/12): Trabalho em grupo – discutir os principais aspectos que devem ser levados em consideração para os processos de alfabetização e letramento, diferenciando o entendimento acerca dos conceitos. Preparar uma apresentação em ppt em formato esquemático, apontando os aspectos mais relevantes do texto.
Postagem 3 (Até 05/12): Elaborar uma atividade que envolva as seguintes habilidades no desenvolvimento da consciência fonológica das crianças de 6 a 8 anos: identificação das unidades fonológicas; segmentação das unidades fonológicas; manipulação: inverter, subtrair e trocar segmentos fonológicos.


Dezembro

06

Texto 3: CORSINO, A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental. Salto para o futuro, Anos iniciais do ensino fundamental,Brasília: MEC,  ano XIX, pp. 29-42, setembro/2009.  Disponível em:                    http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224AnosiniciaisEF.pdf
Postagem 4 (Até 12/12): Comentar o texto e pesquisar alguns textos que contribuam para o desenvolvimento de habilidades leitoras nos anos iniciais do ensino fundamental.



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Texto 4: SILVA, Sílvio Ribeiro da. Gênero Textual e Tipologia Textual.

Disponível em: http://www.algosobre.com.br/gramatica/genero-textual-e-tipologia-textual.html

Postagem 5 (Até 19/12): Produzir uma reflexão, focalizando os conceitos principais, confrontando o texto e os slides. O texto produzido deverá fazer articulação com vídeos e com links que encaminhem para outros textos (científicos e/ou reportagens)




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Texto 5: CALDAS, Lilian Kelly.Trabalhando tipos/gêneros textuais em sala de aula: uma estratégia didática na perspectiva da mediação dialética. Disponível em: http://alb.com.br/arquivo-morto/edicoes_anteriores/anais16/sem03pdf/sm03ss16_09.pdf
Postagem 6 (Até 03/01/2013): Trabalho em Grupo – cada grupo deverá analisar um livro didático atual (1º a 5º ano), fazendo o levantamento da quantidade de gêneros textuais utilizados, identificando que aspectos são focalizados no trabalho com os textos (interpretação), atividades de produção textual e  analisar o material a partir do referencial teórico estudado. Cada grupo deverá postar em slides os resultados de sua pesquisa.


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27

Recesso

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL -MACIEL, Débora Amorim Gomes da Costa – UPE

       Considerando o texto "Fala e escrita: Propostas didáticas para os anos inicias do Ensino Fundamental", de MACIEL,  podemos fazer uma análise na atual proposta didática de ensino e comparar aos métodos aplicados.
      Faz-se necessário e está de acordo com os documentos oficiais, que seja ensinado a língua materna nos anos iniciais, no entanto há que questionar a aplicação dos métodos tradicionais de ensino. Embora muitos de nós conheçamos as teorias e as propostas construtivistas, ainda usamos o famoso e inseparável livro didático.
      É claro que não sou totalmente contra a proposta do uso dos métodos tradicionais e principalmente do uso do livro didático para ensino da língua materna. No entanto, acredito que podemos aliar outras atividades que estimulem o aprendizado, e claro, o foco da nossa discussão, que é a fala e escrita.
      MACIEL, opta por trabalhar com duas coleções de livros;  Português uma Proposta para o Letramento (C1) e Vitória Regia–Língua Portuguesa (C2) . De acordo com a autora, "as duas coleções explicitam embasar-se em uma proposta de língua como interação, evidenciando a necessidade de se trabalhar a dimensão textual e discursiva da língua, contemplando as relações fala–escrita como processo de interação entre os sujeitos". (MACIEL)

     A Coleção 1 considera a relação fala–escrita em uma noção de língua sócio-interativa enquanto a coleção 2 faz referência à concepção estruturalista, que tem a linguagem como expressão do pensamento obedecendo as regras gramaticais que definem a fala e a escrita corretas.
     Vimos também que a linguagem pode ser concebida sob três perspectivas, a estruturalista - que compreende a linguagem como expressão do pensamento; a  transformacionalista – que compreende a linguagem como instrumento de comunicação; e a enunciativa – que concebe a linguagem como processo de interação". 
      Se considerarmos essas perspectivas e tomarmos como base para planejamento de nossas aulas, é possível que trabalhemos a oralidade e escrita sem nos agarrarmos ao livro, pensando em aplicar jogos que irão contemplar os "pilares da linguagem", sabendo que os "jogos para letrar" podem ampliar o repertório de palavras, trabalhar a socialização, interação, bem como a oralidade. 
      Atividades lúdicas contribuem para a proposta de relacionar a linguagem escrita com a linguagem oral. Poderíamos, solicitar que as crianças fizessem um desenho livre e depois escrevessem a história, outra sugestão é criar um texto coletivo, pode ser baseado em um passeio feito com a turma ou com base na imaginação; escrever a história dos fatos ocorridos no passeio ou as descobertas realizadas, cada aluno escreve um pouco do que viu,descobriu ou imaginou,relacionando com a última fala do colega. Após a construção do texto, os alunos leem a historia em voz alta.
     Quando o texto é construído coletivamente há a oportunidade de trabalhar as diferentes regionalidades e presença de sotaques. Muitas vezes, esquecer que o livro didático é a principal ferramenta de trabalho do professor, implica num trabalho lúdico e interdisciplinar.
     Sugestões como estas, são propostas em um projeto denominado Mais Escola, da Baixada Fluminense, são aulas de reforços em que o trabalho consiste em ser quase que exclusivamente lúdico.
     De acordo com a autora Débora Amorim, há a necessidade de uma constante investigação sobre a didática escolar; buscar compreender a teoria e refletir sobre a prática, o objetivo é entender com maior clareza as concepções que norteiam o manual didático.
     Esta pesquisa é fonte esclarecedora para profissionais da educação que buscam ampliar e melhorar sua prática em sala de aula, além disso, nos direciona a uma reflexão teórico- metodológica.


domingo, 25 de novembro de 2012

Minha breve e honrosa apresentação!

Este blog é uma proposta de trabalho da disciplina de TAE.LP.

Nessa primeira postagem vou contar um pouco sobre minha relação com a leitura na infância.
Ah, claro, esqueci de me apresentar! Sou Camila Souza, (mas pode me chamar de Camila Déo, eu prefiro) estudante de Pedagogia, atualmente  cursando o 6° período em UERJ-FEBF.
Bem, se tem algo que eu detesto fazer é me apresentar ou contar sobre as minhas particularidades, mas já que isso se faz necessário, vou ser bem breve.
Durante o processo de alfabetização recebi muitos elogios em relação a leitura. Minha professora sempre dizia à minha mãe que eu era a melhor nesse sentido. Realmente eu gostava de ler, ganhei duas coleções de livros, eram fofinhos, bem coloridos e vinham numa caixa que tocava uma musiquinha quando abria, eram a minha paixão, li milhares de vezes! Eram as histórias de Branca de Neve, Cinderela, entre outros.
Ler, escrever, estudar e cursar pedagogia hoje, são reflexos dos incentivos dos meus pais e das minhas primas. Mas tenho que confessar,  não é todo dia que gosto de escrever, acho que tenho que estar um tanto inspirada, não espirituosa, sorridente, num conto de fadas, apenas inspirada. E claro, de bom humor. Os que me conhecem já sabem. ;)
Assim como disseram alguns amigos, acredito ter alcançado o objetivo proposto e então...

Beijocas e até mais,

Camila Déo